sexta-feira, 31 de outubro de 2014

ORÇAMENTO PARTICIPATIVO - 'OP BRASIL'?...

Proposta do Senado analisa em dar mais voz à sociedade na elaboração do orçamento público por meio do ‘OP’

Assembleias de moradores votam e participam do ‘OP’, levantando propostas orçamentárias em regionais administrativas de Belo Horizonte (MG). Foto: PBH.
Conteúdo FN Café NEWS e com Guilherme Oliveira/Agência Senado
BRASÍLIA (DF) – No processo de elaboração do Orçamento da União, o Poder Executivo elabora a proposta e a envia ao Congresso Nacional para debates, ajustes e apresentação de emendas dos deputados federais e senadores [ou, no âmbito dos estados e municípios, seriam os deputados e vereadores que discutem a proposta orçamentária]. No entanto, um projeto vem sendo analisado, desde início de outubro deste ano, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, que tem como objetivo fazer com que os estados e o Distrito Federal tenham voz não só através de seus deputados e senadores na elaboração do orçamento público, mas também, na sua primeira etapa, quando surge a peça orçamentária mediante a participação efetiva e direta da sociedade nesse debate, ou seja, por meio do Orçamento Participativo (OP).

O Projeto de Lei do Senado, (PLS/Nº 99 de 2014), de autoria do senador licenciado Garibaldi Alves (PMDB-RN), propõe a participação permanente de representantes das unidades da federação na discussão de planos orçamentários no âmbito do Executivo, bem como na definição de investimentos e obras que as impactem.

Caberia ao próprio Executivo organizar os encontros com esses representantes, e que seriam conduzidos por um representante do governo federal. Os estados e o Distrito Federal, por sua vez, arcariam com as despesas necessárias para assegurar a participação de seus enviados.

Além de opinar sobre a elaboração do Orçamento e participar das decisões sobre os investimentos e obras, os representantes estaduais e distritais poderão apresentar estudos a respeito de ações do governo federal que estejam sendo conduzidas em suas respectivas unidades da federação.

O projeto ainda determina que o Executivo federal regulamente detalhes adicionais desses comitês de representantes. Alguns detalhes não especificados pelo PLS de Garibaldi incluem a o número de representantes por estado, sua forma de indicação e a periodicidade das reuniões.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

GESTÃO DO PT EM MINAS...

Deputado Paulo Guedes disse nesta terça (28) que vai empenhar na construção do hospital do trauma em Montes Claros, durante o 2º governo Dilma e a 1ª gestão do PT em MG
Guedes enfatiza também o empenho na construção das barragens de Berizal e Congonhas no Norte de Minas

Deputado Estadual, Paulo Guedes (PT), durante o seu discurso nesta terça-feira (28) no plenário da ALMG. Reprodução da TV ALMG.
Com FN Café NEWS
BELO HORIZONTE (MG) – Ao subir na tribuna da Assembleia Legislativa de Minas (Almg) para agradecer os 164.831 votos recebidos nas eleições deste ano, quando foi o parlamentar estadual mais votado da história do legislativo mineiro, o deputado estadual Paulo Guedes (PT) disse nesta terça-feira (28/10), à tarde, que a responsabilidade do seu terceiro mandato será de ‘compromisso amplo e efetivo’ para o desenvolvimento de um “governo democrático e popular – de inclusão e participação social” – com o Norte de Minas e os Vales do Jequitinhonha e Mucuri, durante a gestão do Partido dos Trabalhadores em Minas Gerais de 2015-2018.

Com a reeleição da presidente Dilma Rousseff e a eleição de Fernando Pimentel ao governo do Estado, Paulo Guedes enfatizou que projetos importantes serão viabilizados para Montes Claros, como a construção do hospital do trauma em Montes Claros, a partir de 2015.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

PÓS-REELEIÇÃO

Após reeleição, presidente Dilma disse nesta segunda (27) ao JN que inicia na próxima semana um amplo diálogo com setores da economia

REFORMA no novo governo: “Antes do final do ano eu vou fazer isso – e vou começar neste mês que se inicia na próxima semana”, disse Dilma ao Jornal Nacional sobre mudanças na economia. Foto: Roberto Stuckert Filho/Presidência da República.

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (27), em entrevista ao Jornal Nacional (JN/TV Globo), no primeiro dia após sua vitória na eleição deste domingo, que pretende iniciar, a partir da próxima semana, um diálogo amplo com as forças produtivas da Nação, nos segmentos da indústria, da agricultura, de serviços e do setor financeiro.

Segundo Dilma, a intenção é tornar muito claras a estes setores as medidas que pretende tomar na economia. Nesse sentido, ela diz que:“eu externei ontem [domingo], que não ia esperar a conclusão do meu primeiro mandato para iniciar as ações para transformar e melhorar o crescimento da nossa economia. Temos de passar por esse processo. Pretendo colocar, de forma muito clara, quais são as medidas que eu vou tomar. Antes do final do ano eu vou fazer isso – e vou começar neste mês que se inicia na próxima semana”, argumentou a presidente.

A presidente contou que, entre as reformas, uma das que tem maior urgência é a tributária. Assim, Dilma destaca que “se tem uma coisa que eu procurei fazer, foi a reforma tributária. Tem até ainda hoje, no Congresso, uma legislação sobre ICMS. Agora, vamos ter de fazer essa discussão a fundo”, enfatizou.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

ELEIÇÃO PRESIDENCIAL 2014

Dilma Vana Rousseff foi reeleita presidente da República  neste domingo (26) 

Com mais 'diálogo', ela se compromete a fazer 'as grandes mudanças' no Brasil

Ao lado do ex-presidente Lula, Dilma diz que foi reconduzida para fazer “as grandes mudanças que a sociedade brasileira exige neste momento”. Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado.
BRASÍLIA (DF)* - Com 100% das urnas apuradas, a candidata a reeleição pelo Partido dos Trabalhadores (PT) e atual presidente da República, Dilma Vana Rousseff, foi reeleita para mais um mandato de quatro anos. Dilma Rousseff obteve 51,64% dos votos válidos apurados, ou seja, 54.501.118 da votação realizada neste domingo (26/10). O candidato do PSDB, Aécio Neves, ficou em segundo lugar, com 48,36% dos votos válidos – 51.041.155 da votação apurada.

O resultado foi anunciado oficialmente às 20h27 deste domingo (26), quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contabilizou 98% das urnas apuradas em todo o País, índice que garantia matematicamente a vitória de Dilma Rousseff.

Após a proclamação do resultado do TSE, na noite deste domingo, acompanhada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e cercada por líderes de partidos que a apoiaram, a presidente reeleita Dilma Rousseff pregou, em Brasília (DF), o diálogo como forma de fazer o país avançar. Segundo ela, ao contrário do que muitos imaginam, uma eleição apertada pode significar mudanças mais rápidas e expressivas do que uma vitória ampla.

DISCURSO DA PRESIDENTE REELEITA
- "Em lugar de ampliar divergências, tenho esperanças que a energia mobilizadora [da disputa eleitoral] tenha preparado um bom terreno para a construção de pontes. O calor da disputa deve ser transformado em energia construtiva de um novo momento do Brasil. O debate das ideias, o choque de posições podem produzir espaços de consenso capazes de mover o país "– afirmou em meio aos gritos de apoio da militância que lotou o auditório de um hotel localizado próximo ao Palácio do Alvorada, às margens do lago Paranoá, em Brasília.

A presidente garantiu que vai trabalhar pela implantação das reformas, especialmente a política, que pretende levar adiante por meio de uma consulta popular. Senadores avaliam que esse é um dos principais desafios da presidente em seu segundo mandato.

- "Fui reconduzida para fazer as grandes mudanças que a sociedade brasileira exige. Naquilo que o meu esforço e poder alcançam, estou pronta para responder a essa convocação. Sei das limitações de cada presidente e do poder de liderar as causas populares. Quero liderar da forma mais pacifica e democrática esse momento transformador. Estou disposta a abrir canais de diálogo com a sociedade".
A totalização de 100% foi realizada pelo TSE à 0h13 deste domingo (27/10), em Brasília-DF. Reprodução do site do TSE/FN Café NEWS nas eleições 2014.


VOTAÇÃO EM MONTES CLAROS (MG)
DILMA DEU UM “BALAIO DE VOTOS” EM AÉCIO NEVES
VER OS VOTOS VÁLIDOS:
DILMA: 124.12762,05% VOTOS VÁLIDOS
AÉCIO: 75.91637,95%


sábado, 25 de outubro de 2014

ELEIÇÕES 2014 - 2º Turno

Brasil escolhe neste domingo (26) presidente da República e 14 governadores

Aécio (PSDB) e Dilma (PT) durante o debate promovido nesta sexta-feira (24/10) pela Rede Globo de TV no 2º turno da eleição presidencial. Foto: Reprodução TV Globo 24 out 2014.
BRASÍLIA* - Perto de 70% dos brasileiros estão aptos a participar neste domingo (26/10) da escolha daquele – ou daquela – que presidirá o país nos próximos quatro anos: a presidente Dilma Rousseff (PT) ou ex-governador de Minas Gerais e atual senador Aécio Neves (PSDB). No Distrito Federal e em 13 estados, os eleitores também vão às urnas para definir o governador dessas unidades federativas.

No confronto nos estados, o PMDB concorre com oito candidatos, o PSDB com 6, o PSB e o PT com 4 e outros seis partidos com um cada: PDT, PROS, PP, PR, PRB e PSD . Serão escolhidos os governadores de três estados do Nordeste (Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte) um do Sul (Rio Grande do Sul), um do Sudeste (Rio de Janeiro), três do Centro-Oeste (DF, Goiás e Mato Grosso do Sul) e de seis dos sete estados da Região Norte (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima).

Mas é a disputa presidencial, a mais acirrada desde 1989, que tem concentrado as atenções dos cidadãos e estimulado os debates mais calorosos tanto na propaganda eleitoral quanto nas discussões dos confrontantes e de seus apoiadores.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

‘WATERLOO DO PSDB de Aécio em 2014’?...: Neste momento, Dilma tornou-se a favorita para ficar mais 4 anos no Planalto

Aécio precisa de “bala de prata” para inverter tendência das pesquisas


A Batalha de Waterloo, por William Sadler. Waterloo, atual Bélgica, foi a última batalha de Napoleão, na qual ele foi derrotado, em 18 de junho de 1815, e terminou com o seu governo como Imperador. 
Por Fernando Rodrigues*
Escrever sobre o desfecho desta eleição presidencial foi temerário desde o início. Já houve quase de tudo e muitas reviravoltas. Por essa razão é necessário analisar com cautela as pesquisas sobre intenção de voto presidencial divulgadas por Datafolha e Ibope nesta quinta-feira (23.out.2014).

Feita a ressalva inicial, cabe então uma afirmação mais peremptória: só um fato de proporções inauditas, uma “bala de prata'', para reverter o quadro até domingo. Neste momento, Dilma Rousseff (PT) tornou-se a favorita para vencer a disputa e ficar mais 4 anos no Palácio do Planalto.

A petista tem 53% dos votos válidos no Datafolha, contra 47% de Aécio Neves (PSDB). No Ibope, os percentuais são 54% a 46%, respectivamente.

O tucano adotou o discurso clássico nessas horas, duvidando da exatidão das pesquisas. É sempre uma opção. Mais do que isso, uma estratégia necessária para que a tropa de militantes não desanime na última hora, o que seria fatal para Aécio.

O fato é que nem o analista mais crítico das pesquisas negará que o Datafolha mostrou claramente na última semana de campanha antes do 1º turno a virada que estava em curso, com Aécio passando Marina Silva (PSB). Aliás, no final, essas ondas de virada apenas se intensificam –e dificilmente refluem.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

ELEIÇÃO PRESIDENCIAL: Em uma forte curva ascendente da pesquisa, Dilma Rousseff deve se reeleger presidente da República no próximo domingo (26), diz Ibope

Dilma abre vantagem e tem 54% dos votos válidos; Aécio registra 46%, aponta Ibope

Candidata do PT lidera isoladamente a disputa do 2º turno com oito pontos de vantagem na corrida presidencial, enquanto tucano perde 5 pontos em uma semana
Dilma tem 49% dos 'votos totais' e 54% 'votos válidos'; Aécio registra 41% nos 'totais' e 46% nos 'votos válidos'. Foto: Folha de S. Paulo 23 out. 2014.
FN Café NEWS O Estado de S. Paulo   
SÃO PAULO (SP) – Em uma forte curva ascendente da pesquisa, Dilma Rousseff deve se reeleger presidente da República no próximo domingo (26/10). É o que aponta a nova pesquisa Ibope/Estado/TV Globo que mostra, pela primeira vez no 2.º turno, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, liderando sozinha a corrida eleitoral. Ela aparece com 54% dos votos válidos contra 46% do candidato do PSDB, Aécio Neves. A diferença de oito pontos entre eles está além da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos. Além disso, a inércia é favorável à petista: ela cresceu e o tucano caiu.

Em votos totais, Dilma chegou a 49% contra 41% do tucano. Há 3% de indecisos e 7% de eleitores que pretendem anular ou votar em branco. Em comparação à pesquisa anterior do Ibope, divulgada na quarta-feira da semana passada, Dilma cresceu seis pontos nos votos totais (43% para 49%), enquanto Aécio perdeu quatro pontos (45% para 41%). A diferença de dois pontos veio dos indecisos, que eram 5% e agora são 3%. Não mudou a taxa de brancos e nulos.

Em votos válidos - aqueles dados só aos candidatos, que é como a Justiça eleitoral divulga os resultados -, Dilma cresceu de 49% para 54%, enquanto Aécio caiu de 51% para 46% em uma semana.

FATOS DA SEMANA

Mapa Geopolítico do Rio São Francisco

Mapa Geopolítico do Rio São Francisco
Caracterização do Velho Chico

Vocé é favorável à Transposição do Rio São Francisco?

FN Café NEWS: retrospectiva